Gregório de Tours e Jordanes: a construção da memória dos ‘bárbaros’ no VI século - doi: 10.4025/actascieduc.v36i1.22223

Autores

  • Marcus Cruz Universidade Federal de Mato Grosso

DOI:

https://doi.org/10.4025/actascieduc.v36i1.22223

Palavras-chave:

antiguidade tardia, historiografia, memória, Gregório de Tours, Jordanes

Resumo

 A Antiguidade Tardia é um momento pleno de importantes transformações no mundo romano. É então que assistimos ao avanço institucional e social da Igreja cristã que, ao se aliar ao Estado romano, torna o cristianismo religião oficial do Império já sob a égide de Teodósio. Simultaneamente, observamos a incorporação das populações germânicas à sociedade baixo imperial. Um grande desafio se coloca a esses homens, isto é, a interação desses atores à Paideia romano-helenística, o universo cultural tardo antigo. Neste artigo, nosso objetivo é refletir acerca do esforço realizado pelo conhecimento histórico tardo antigo para incorporar aos seus domínios narrativos a tradição trazida pelos povos ‘bárbaros’ que desde o século V haviam se instalado e constituído um conjunto de reinos no que era, até então, a parte ocidental do Império Romano a partir das obras de Gregório de Tours e Jordanes.

 

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Publicado

2014-02-20

Edição

Seção

História da Educação

Como Citar

Gregório de Tours e Jordanes: a construção da memória dos ‘bárbaros’ no VI século - doi: 10.4025/actascieduc.v36i1.22223. (2014). Acta Scientiarum. Education, 36(1), 13-27. https://doi.org/10.4025/actascieduc.v36i1.22223

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