Moralidade, vocação, prudência e desvelo: a difícil arte de ser professor primário no Pará imperial (1838-1851)

Autores

DOI:

https://doi.org/10.4025/actascieduc.v39i4.36998

Palavras-chave:

instrução primária, Império, docência.

Resumo

Este artigo resulta de pesquisa mais ampla sobre a instrução pública no Pará no Segundo Reinado. Sua proposta é investigar a condição do professor primário do ponto de vista dos presidentes da província do Pará, desde o discurso de Soares Andréa em 1838 até a lei 203 de 1851. Abordam-se a ideia que se fazia de um bom professor, a opinião acerca de sua atuação na província e as reais condições em que atuava, já que, em seus relatórios, falas e discursos, os presidentes tratavam do estado geral da instrução, situavam os professores nesse cenário, registravam suas observações mais específicas sobre esses profissionais e seu trabalho, bem como sobre as diretrizes e os requisitos deles exigidos.

 

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Biografia do Autor

  • Alberto Damasceno, Universidade Federal do Pará
    Arquiteto pela UFPA, Especialista em Educação e Problemas Regionais pela UFPA, Mestre em Educação Escolar Brasileira pela UFG, Doutor em Educação pela PUC/SP. Professor Titular da Faculdade de Educação do Instituto de Ciências da Educação da UFPA. Professor do Programa de Pós Graduação em Currículo e Gestão da Escola Básica da UFPA. Pesquisador em História da Educação e Planejamento Educacional. Membro do Instituto Histórico e Geográfico do Pará.

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Publicado

2017-09-01

Edição

Seção

História da Educação

Como Citar

Moralidade, vocação, prudência e desvelo: a difícil arte de ser professor primário no Pará imperial (1838-1851). (2017). Acta Scientiarum. Education, 39(4), 359-370. https://doi.org/10.4025/actascieduc.v39i4.36998

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